SINOPSE
Investigações sobre a reincidência do erro revelam como a confiança excessiva pode levar a consequências conhecidas. Após a queda de uma civilização, o mundo se transforma em um esquema mental persistente, onde decisões e justificativas se repetem sob a ilusão de clareza. A memória, em vez de ser um aprendizado, se torna uma autoridade, moldando a identidade e a razão.
Com uma abordagem filosófica e uma narrativa instigante, a reflexão sobre orgulho intelectual e limites da razão é central. A proposta é uma análise profunda sobre responsabilidade e a importância de ouvir a própria consciência, mesmo diante da repetição dos erros.