SINOPSE
Lisboa enfrenta um dilema sobre a criação de um Museu das Descobertas, enquanto a pressão de grupos radicais de esquerda se intensifica. Questões sobre a escravatura e a preservação de monumentos históricos geram debates acalorados, levando a reflexões sobre a educação e a linguagem cotidiana. A resistência ou a adaptação a essas pressões se torna um tema central.
As discussões revelam um conflito entre a valorização do passado e a necessidade de confrontar narrativas contemporâneas. A busca por um equilíbrio entre memória histórica e crítica social é essencial para o futuro da identidade portuguesa.