SINOPSE
No último quartel do século XIX, a exploração dos territórios africanos por Portugal e outros países abolicionistas se aproximou da escravidão, que se acreditava abolida. Essa situação paradoxal é geralmente considerada como um fenômeno tardio, impulsionado por motivações políticas e econômicas que inverteram o progresso da luta pela liberdade, simbolizada por Sá da Bandeira.
A visão tradicional é contestada, revelando que o processo de abolição nas colônias portuguesas foi marcado por concessões dos abolicionistas e de Sá da Bandeira aos seus opositores. A narrativa explora como essa cedência se consolidou ao longo do século XIX.
