SINOPSE
Grandes traços constitucionais do reino de Portugal são revisitados em um período emblemático da sua história. A análise se afasta de clichês e ideias pré-concebidas, focando em fatos que revelam uma lógica muitas vezes oposta ao que se esperava. Temas como a reforma dos forais de D. Manuel I e a reação das cortes de 1641 à restauração da dinastia portuguesa mostram nuances surpreendentes.
O retrato de uma monarquia centralizada e de um império colonial coeso é desafiado por evidências históricas. A gestão financeira e a organização militar revelam uma estrutura fragmentada, onde múltiplos comandos operam sob lógicas contraditórias, refletindo a complexidade da política do século XVII.