SINOPSE
A interação entre consumidores e novas tecnologias revela uma dinâmica assimétrica, onde a vulnerabilidade do usuário se intensifica. Respostas rápidas e modelos regulatórios eficazes são essenciais para abordar questões éticas relacionadas à inteligência artificial e à responsabilidade das plataformas eletrônicas na gestão de dados pessoais. Um novo empoderamento do consumidor é proposto, buscando qualificá-lo nas suas escolhas no mercado.
A utilização crescente de inteligência artificial, embora pareça inofensiva, potencializa a dependência do usuário em relação a modelos artificiais nas esferas pessoal, profissional e social. A massificação das escolhas, impulsionada por algoritmos, ameaça a diversidade e a individualidade, evidenciando os riscos de um determinismo nas decisões de consumo que já impacta a sociedade.