SINOPSE
Resultados de uma pesquisa nas organizações responsáveis pela execução da medida de internação em São Paulo revelam a complexidade do sistema socioeducativo. A medida, voltada para adolescentes autores de atos infracionais, pode se estender por até três anos, sem prazo definido, e sua eficácia é analisada através das práticas cotidianas dos profissionais envolvidos.
A investigação foca na produção das decisões sobre o término da internação, destacando como a privação de liberdade é sustentada por interpretações que transformam fatores externos em características individuais. Relatórios de avaliação desempenham um papel crucial na construção dos efeitos dessa medida.