SINOPSE
Momentos de presença podem ser ilusórios, onde falamos e respondemos, mas algo essencial se perde. A inquietação surge ao perceber que, mesmo cercados de palavras, a verdadeira escuta é escassa. Uma jornada sensível convida à reflexão sobre a presença genuína, não como técnica, mas como experiência transformadora.
Quatro movimentos são explorados: deslocamento da consciência, reconhecimento do que precede a escuta, transformação do eu nas relações e o encontro com uma simplicidade inerente. O silêncio ganha espaço, revelando que a escuta mais significativa vai além das palavras, persistindo mesmo após o diálogo.