SINOPSE
O aroma de fogão a lenha, temperado com alecrim, envolvia o ambiente enquanto Ana cuidava das panelas de ferro e o doce de goiaba fervia. Em uma tarde de agosto de 1956, a tranquilidade foi interrompida por gritos vindos da fazenda vizinha, onde Joaquim passava apressado em um carro. O silêncio que se seguiu era carregado de tensão, como se os pastos soubessem que mudanças estavam a caminho.
Correndo em direção ao desconhecido, a protagonista sentia o coração acelerado e as pernas trêmulas. Entre lágrimas e poeira, refletia sobre a beleza e a crueldade da vida. Mergulhe na jornada de Luiza e descubra um mundo que, mesmo em transformação, ainda guarda valiosas lições.