SINOPSE
Um chamado à reflexão sobre a diversidade das infâncias e a resistência daqueles que se negam ao silêncio. A narrativa destaca a força afirmativa dessas experiências, desafiando a noção de um único modelo de infância e pedagogia. Exclamações sobre as desigualdades que persistem na sociedade são apresentadas de forma contundente.
Além de uma análise profunda, a proposta é um convite ético e político para reconhecer essas infâncias como sujeitos de direitos e resistência. Ao centralizá-las na discussão pedagógica, novas perguntas são instigadas, ampliando os horizontes da educação e promovendo uma história mais justa e plural.