SINOPSE
Discussões sobre reprovação, segregação e o fracasso de crianças e jovens nas escolas brasileiras revelam incômodos desestabilizadores da prática pedagógica. Análises sociais, étnicas e raciais dos alunos, bem como distinções de gênero, evidenciam a necessidade de políticas que desconstruam a cultura de reprovação. A coletânea propõe intervenções a partir de uma perspectiva positiva, reconhecendo coletivos populares como protagonistas de experiências e saberes.
É fundamental entender que a desigualdade não surge da falta de capital cultural, mas da imposição de um saber único. O texto convida à reflexão sobre a política do fracasso escolar e apresenta formas de resistência e propostas inovadoras, oriundas de práticas coletivas bem-sucedidas em diversas instituições de ensino.
