SINOPSE
Na interseção entre tecnologia e espiritualidade, uma reflexão provocadora emerge sobre o crescente papel das inteligências artificiais. A conexão inquietante entre as profecias bíblicas e a ascensão das máquinas conscientes sugere que o número 666, tradicionalmente associado ao Anticristo, pode representar uma força global moldada pela tecnologia, levando a humanidade a entregar sua liberdade em busca de um futuro mais eficiente.
Cada capítulo é estruturado como uma metáfora das 12 tribos de Israel, abordando as etapas espirituais e sociais da jornada digital. Além de alertar sobre os perigos do controle tecnológico, a narrativa propõe uma visão de redenção, enfatizando a importância da fé e da restauração da identidade humana em meio à tirania das máquinas.