SINOPSE
Sentir que nunca é o bastante é uma experiência comum para muitos. Aqueles que já enfrentaram silenciamento, subestimação e exclusão encontrarão neste relato um espaço de acolhimento. A autora transforma suas cicatrizes em palavras, abordando temas como pertencimento, coragem e a luta pela autenticidade em ambientes que tentam apagar a verdade de cada um. Com uma linguagem impactante, a narrativa traz reflexões sobre dignidade e saúde mental.
Não se trata de autoajuda, mas de um convite à autoexistência. Ao compartilhar sua vivência, a autora revela como o mundo do trabalho pode ferir, mas também despertar. Este relato é sobre coragem e ternura, e sobre a decisão de não pedir desculpas por ser quem realmente se é. Uma leitura que toca e inspira a reconexão com a própria verdade.