SINOPSE
Reconhecido por sua problemática política de drogas, o Brasil enfrenta um cenário onde o preconceito e a abordagem policial priorizam o flagrante em detrimento de investigações aprofundadas. Essa dinâmica resulta em um ciclo de violência e encarceramento, especialmente entre os mais vulneráveis. A análise de mais de 1.000 prisões em flagrante revela a cruel seletividade punitiva que permeia o sistema de justiça penal.
A atuação da Polícia Militar e do Poder Judiciário no combate ao narcotráfico em Goiás expõe uma realidade replicada em todo o país. Elementos como cor da pele e condição socioeconômica influenciam diretamente as abordagens policiais, desafiando direitos constitucionais e exigindo uma urgente reflexão e mudança nesse contexto.