SINOPSE
Um intervalo de quatrocentos anos entre o Antigo e o Novo Testamento revela um tempo fascinante e decisivo, frequentemente chamado de “silêncio profético”. Ao contrário do que muitos acreditam, esse período foi marcado por preparações divinas para uma grande revelação, com tensões culturais provocadas pela helenização e a Revolta dos Macabeus, enquanto a esperança messiânica se mantinha viva através de grupos como fariseus, saduceus e essênios.
Essas ideias moldaram o pensamento judaico, criando as bases para a missão transformadora de Jesus. Compreender esse intervalo é essencial para entender como ele impacta a teologia cristã e a mensagem de salvação, esperança e futuro divino que emergiu desse contexto histórico.