SINOPSE
Um debate crucial sobre a função social dos espetáculos e do teatro emerge na segunda metade do século XVIII, envolvendo pensadores influentes. A controvérsia começa em 1757, quando um filósofo destaca a importância do teatro, propondo a revogação de leis que o restringem em sua cidade. Em resposta, um cidadão de Genebra apresenta uma defesa contundente, argumentando que o espetáculo teatral não possui valor intrínseco e enfatizando a singularidade da tradição cultural local.
Em 1759, uma resposta reafirma os princípios iluministas, trazendo à tona a tensão entre diferentes visões sobre a cultura e a sociedade. A troca de ideias entre esses intelectuais revela a complexidade das questões sociais e culturais da época, refletindo sobre o papel do teatro na vida cívica.