SINOPSE
Reflexões profundas sobre a moralidade e a política emergem em um dos textos mais impactantes do século XVIII. A obra aborda a questão da desigualdade entre os homens, questionando a legitimidade dessa disparidade à luz da lei natural. Através da análise do estado de natureza, o autor revela como a humanidade se distanciou desse ideal, evidenciando as desigualdades criadas pela civilização.
O crescimento das sociedades, segundo a argumentação apresentada, corrompe a felicidade e a liberdade naturais, gerando desigualdades artificiais em riqueza, poder e privilégios. Este discurso, alvo de críticas ao longo do tempo, permanece relevante e instigante até os dias atuais.