SINOPSE
Vencer resistências em transformações organizacionais é um desafio constante. Conduzir novas formas de trabalho e preparar líderes para atuarem como agentes de mudança são questões cruciais. Com exemplos práticos, são apresentadas diversas abordagens para uma transição segura e menos dolorosa, destacando a importância do autodesenvolvimento como ferramenta essencial nesse processo.
A compreensão da antroposofia oferece insights valiosos sobre o ser humano em transformação. A distinção entre mudança e transição é explorada, evidenciando como um gestor pode avaliar a disposição dos envolvidos na jornada rumo ao novo.
