SINOPSE
Abordagens sobre Mediação de Conflitos no Brasil têm sido amplamente discutidas, mas a prática efetiva diante da complexidade social atual ainda carece de atenção. Questões como vulnerabilidades sociais e conflitos, tanto judiciais quanto informais, exigem uma nova perspectiva que considere as nuances do cotidiano, como o trabalho remoto e as dores existenciais.
Fundamentos teóricos como a autopoiese e a filosofia da linguagem oferecem uma base sólida para expandir o entendimento sobre mediação. O modelo circular narrativo, proposto por Sara Cobb, se destaca como uma ferramenta inovadora para enfrentar esses desafios contemporâneos.
