SINOPSE
O avanço das tecnologias digitais e a imensa quantidade de informações coletadas transformam as dinâmicas criminais e a atuação das agências penais. Com mais de 4 bilhões de usuários de internet, novas técnicas de investigação, muitas vezes controversas, são incorporadas, levantando questões sobre a proteção da intimidade e a admissibilidade de provas.
Um congresso anual, promovido por um centro de pesquisa em direito e tecnologia, debate as garantias do devido processo penal frente a essas inovações. A terceira edição abordou a vigilância em massa e o uso de dados biométricos, buscando atualizar as garantias penais constitucionais.
