SINOPSE
Uma pesquisa etnomusicológica revela a trajetória de um músico recifense que se destacou como representante da Bossa Nova. Com uma carreira marcada por dezenas de discos, sua atuação como organista, pianista e arranjador foi significativa, embora sua contribuição tenha sido esquecida na história da Música Popular Brasileira. O foco recai sobre seu sucesso fora do Brasil e as razões para sua omissão nas narrativas sobre o gênero.
Além da Bossa Nova, sua obra abrange outros estilos como Samba, Bolero e Sambajazz, que se mostram mais presentes em sua produção. A análise proposta oferece uma nova perspectiva sobre a memória e o esquecimento na música, contribuindo para o entendimento das relações entre a indústria cultural e a etnomusicologia.
