SINOPSE
Uma análise profunda da relação entre forma e história na arte brasileira, explorando a emancipação da forma moderna. Através de ensaios minuciosos, são discutidas obras de artistas como Guignard e Volpi, culminando em uma interpretação poderosa da obra de Van Gogh.
O texto revela um artista consciente de seu ofício, ligado a uma predestinação religiosa. Com rigor analítico e estilo claro, a obra provoca reflexões sobre a genialidade e os estereótipos que cercam a trajetória do pintor, iluminando enigmas do mundo contemporâneo.
