SINOPSE
Um passado sombrio e repleto de estigmas marca a trajetória da hanseníase no Brasil, uma doença que, apesar de ter cura desde a década de 1940, ainda carrega o peso do preconceito e do isolamento. A transformação do termo “lepra” para “hanseníase” nos anos 1960 não foi suficiente para eliminar o medo e a discriminação que cercam aqueles afetados por essa condição. O cenário é agravado por políticas de saúde ineficazes e a falta de informação, que perpetuam o sofrimento.
Depoimentos impactantes revelam a realidade de pessoas que enfrentaram a exclusão social e o abandono, vivendo em leprosários que se tornaram sinônimos de dor e esquecimento. A narrativa expõe a luta por dignidade e a necessidade urgente de romper com o silêncio e o preconceito, trazendo à luz histórias que clamam por reconhecimento e empatia em um contexto ainda presente na sociedade brasileira.




