SINOPSE
Publicada nos primeiros anos do pós-guerra, a narrativa se destaca como uma poderosa metáfora sobre o ultratotalitarismo, proporcionando uma reflexão profunda sobre as origens de regimes autocráticos. A trama apresenta um Estado que controla todos os aspectos da sociedade e da história, eliminando qualquer resistência individual por meio da vigilância constante e da criação de uma língua que extingue a oposição.
Winston Smith, um membro comum do Partido, comete o crime de pensamento e começa a nutrir esperanças de resistência. Ele busca a liberdade para compreender seu passado, amar e imaginar um futuro diferente do opressivo presente.