SINOPSE
Nos tempos antigos, a busca pela honra estava intrinsecamente ligada à guerra. Com a chegada da primavera de 480 a.C., um rei poderoso partiu de Sardes em direção ao Helesponto, ansioso por testemunhar um combate naval. Ao se instalar em um trono elevado, observou suas tropas e navios, sentindo-se o mais feliz dos mortais. Contudo, uma reflexão sombria o envolveu, levando-o a perceber a efemeridade da vida e a inevitabilidade da morte.
Essa dualidade entre poder e fragilidade permeia a existência humana, revelando que, apesar da grandeza, a tristeza e a incerteza são companheiras constantes. Ao contemplar o futuro, o rei se depara com a verdade de que, em um século, todos os que conhecia não estariam mais entre os vivos, e essa consciência transforma sua alegria em profunda melancolia.