SINOPSE
Explorando a intersecção entre xamanismo e as transformações culturais, a narrativa revela o xamã como um guerreiro místico, capaz de curar além das limitações da ciência. A obra traça a evolução dessa figura ao longo dos séculos, desde a demonização inicial até sua aceitação como símbolo de sabedoria e diálogo cultural na modernidade.
As práticas xamânicas, longe de serem uniformes, refletem um processo dinâmico de adaptação e resistência. O xamã emerge como um sobrevivente, interpretando diversos papéis na história da ocidentalização, sempre em busca de compreender as complexidades do mundo contemporâneo.
