SINOPSE
Mídias sociais funcionam como entidades autônomas, desprovidas de fronteiras, assemelhando-se a piratas em busca de liberdade. Nesse cenário, práticas de anarcocapitalismo desafiam a soberania dos países e suas legislações, colocando em risco a integridade das populações. A urgência de uma agência internacional para regulamentar e controlar as ações das grandes empresas de tecnologia se torna evidente.
Sem essa intervenção, a sociedade pode se ver à mercê das manipulações quânticas das mídias sociais, transformando indivíduos em meras marionetes, sem consciência do controle exercido sobre suas vidas.
