SINOPSE
Ao longo dos séculos, o som do órgão tem sido uma presença marcante nas celebrações litúrgicas cristãs, estabelecendo uma conexão profunda entre o instrumento e a espiritualidade. Essa relação confere ao órgão um status singular como o principal instrumento litúrgico, essencial para a experiência religiosa.
A análise proposta utiliza a abordagem junguiana, fundamentada na teoria dos arquétipos, para explorar o simbolismo do órgão. Essa perspectiva oferece uma rica compreensão dos significados que permeiam sua utilização nas práticas cristãs, revelando camadas de interpretação que enriquecem a experiência litúrgica.
