SINOPSE
Um protesto contra a medicalização excessiva e a indústria de diagnósticos, esta obra revela como emoções e comportamentos humanos têm sido transformados em patologias clínicas. Através de uma análise crítica, é defendido que a adaptação do cérebro humano ao longo dos milênios permite lidar com desafios sem a necessidade de medicamentos.
Além de expor a influência da indústria farmacêutica, a narrativa questiona a crescente rotulação de transtornos mentais na sociedade contemporânea. Com uma abordagem acessível, o texto busca resgatar a compreensão do que é realmente saudável e normal.