SINOPSE
No final do século XIX, duas visões opostas sobre a arte moderna emergem através das obras de dois grandes mestres. A rivalidade e a admiração entre eles revelam um diálogo complexo, onde a análise comparativa dos auto-retratos e outras criações significativas proporciona uma compreensão das distintas abordagens pictóricas. Cada artista traz à tona diferentes referências históricas e concepções visuais, refletindo suas relações consigo mesmos e com o espectador.
Enquanto um busca a integração do autor na pintura, utilizando estratégias que evidenciam sua presença, o outro opta por uma abordagem mais sutil, onde a figura do artista se torna quase invisível. Essa dinâmica entre a frontalidade e a lateralidade nas composições revela não apenas as diferenças estilísticas, mas também as diversas maneiras de perceber e representar a realidade.




