SINOPSE
Reconhecer a raiz do vazio afetivo é essencial para lidar com a compulsão alimentar. Muitas vezes, episódios de “fome” são reflexos de uma busca por acolhimento e sentido, e não apenas necessidades biológicas. Através de relatos e explicações, é possível aprender a diferenciar a fome fisiológica da emocional, identificando gatilhos como solidão e estresse.
Com práticas de regulação emocional e exercícios de escuta interna, o caminho para restaurar o mapa emocional se torna viável. Ao criar redes de apoio e rituais de cuidado, a relação com a comida pode ser transformada de maneira duradoura, promovendo um equilíbrio entre compaixão e disciplina.