SINOPSE
A trajetória da Rússia, tanto no período comunista quanto no pós-soviético, é frequentemente analisada sob uma perspectiva ocidental que pode ser simplista ou tendenciosa. A narrativa usual coloca o Ocidente como o defensor do Bem em um embate contra o Mal. A visão apresentada por um ex-oficial de Inteligência brasileiro, que atuou na ex-União Soviética durante a Guerra Fria, revela como Vladimir Putin, ex-tenente-coronel do KGB, se tornou um líder influente, utilizando suas habilidades em espionagem e propaganda.
Com uma análise desapaixonada, é possível entender que a Rússia, como qualquer outra nação, possui governantes que utilizam a Inteligência como ferramenta essencial para alcançar objetivos estratégicos. Contudo, o autor adverte sobre os riscos do crescente autoritarismo, da limitação das liberdades civis e do nacionalismo exacerbado, que podem comprometer a estabilidade e a paz global.
