SINOPSE
Uma análise aprofundada revela o estilo econômico de Graciliano Ramos, que se destaca pela frugalidade das palavras, contrastando com a verborragia de José Saramago, cujas narrativas são repletas de reflexões e complexidade. Ambos os autores, apesar de suas diferenças temporais e geográficas, compartilham a crítica à ineficiência do Estado capitalista e à opressão que este impõe aos menos favorecidos.
A interpretação das obras de Ramos e Saramago é fundamentada na filosofia marxista, com uma análise que inclui também ilustrações de charges e textos do humorista Henfil, que ecoam a mesma crítica social presente nas obras estudadas.




