SINOPSE
António da Fonseca Soares, um poeta português do século XVII, viveu uma trajetória marcada por uma intensa relação com o mundano e o obsceno. Sua produção literária, repleta de nuances provocativas, refletiu a complexidade de sua época e de suas experiências pessoais.
Aos 31 anos, uma transformação radical ocorreu em sua vida, levando-o a abraçar a religião e a renegar sua obra anterior. Essa mudança profunda culminou em um pedido a seus leitores: que destruíssem os exemplares de suas poesias, simbolizando um rompimento com seu passado artístico.
