Uso da cannabis na epilepsia refratária da infância

Pharmacology University

SINOPSE

Convivendo com a epilepsia, muitos enfrentam desafios diários, especialmente aqueles que não respondem aos tratamentos convencionais. Entre 25 e 30% dos pacientes, cerca de 20 milhões no mundo, lidam com crises frequentes e incontroláveis, levando a uma busca por alternativas terapêuticas mais eficazes. A história de Charlotte Figi, que sofria de uma forma rara da doença, ilustra essa luta e a esperança que surgiu com o uso de cannabis.

A introdução de um óleo de cannabis com baixo teor de THC reduziu drasticamente suas convulsões, despertando um movimento social significativo. Estudos apontam que muitos pacientes relatam melhorias na frequência das crises e em aspectos como comportamento e sono, reforçando a necessidade de mais pesquisas sobre o uso de canabinóides no tratamento da epilepsia refratária.

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