SINOPSE
Estórias escritas por diversos autores nas décadas de 50 e 60, em um contexto colonial, são analisadas sob a perspectiva das estratégias narrativas que evidenciam a violência nas relações de trabalho. A obra explora como essas narrativas engajadas revelam a exploração dos trabalhadores, sistematizando estruturas que denunciam a opressão.
Além disso, ao abordar a “vida rastejante” e o racismo, as estórias africanas se mostram como um meio de resistência, onde os trabalhadores enfrentam seus agressores e promovem a contraviolência do colonizado.
