SINOPSE
Na Índia, orações se entrelaçam com mitos, onde deuses e deusas se fundem em uma dança espiritual. A singularidade desse ato é tamanha que, ao não evocar nenhuma divindade específica, a própria oração se torna um meio de criação: “ao orar cria-os”. Essa conexão profunda revela um espaço onde a liberdade espiritual floresce, permitindo que os crentes transcendam dogmas e explorem sua fé de maneira autêntica.
Através da poesia, é possível perceber que, assim como as divindades, cada oração livre tem o poder de gerar novas realidades e experiências, promovendo uma relação dinâmica entre o sagrado e o humano.