SINOPSE
Uma análise crítica do processo de cooptação do proletariado pelas elites burguesas revela como dinâmicas históricas e contemporâneas moldam a exploração do trabalho e perpetuam desigualdades. Ferramentas ideológicas e estruturais sustentam o capitalismo, fazendo com que o proletariado internalize valores e práticas elitistas, enquanto a influência do Estado, da religião e da psicologia social controla corpos e mentes dos trabalhadores.
O texto convida à reflexão sobre os mecanismos de dominação e alienação presentes na sociedade, estimulando uma discussão sobre a consciência de classe e os caminhos para a emancipação.