SINOPSE
Traduzir clássicos indianos como o Mahabharata é um desafio que poucos filólogos lusófonos se dispuseram a enfrentar. Embora existam referências importantes na língua portuguesa, a maioria das traduções disponíveis provém de fontes anglófonas. O autor utilizou traduções em inglês e português, além de edições condensadas, para oferecer uma nova perspectiva sobre essa obra monumental, que é rica em ensinamentos e reflexões sobre a cultura hindu.
O épico revela uma dualidade intrigante: enquanto a maior parte do texto exalta os brâmanes e suas regalias, uma fração significativa é dedicada à poesia e à humanidade. A intenção é capturar a essência vibrante dessa parte poética, proporcionando ao leitor uma experiência única e acessível, mesmo em meio à complexidade do original.