SINOPSE
Uma análise profunda da trajetória política da América do Sul revela os altos e baixos dos governos progressistas entre 1998 e 2016. Nove países, impulsionados por mobilizações populares contra reformas neoliberais, elegeram líderes que prometiam mudanças significativas. No entanto, a ascensão do conservadorismo trouxe à tona questões cruciais sobre o futuro da esquerda na região.
A pesquisa meticulosa e as entrevistas realizadas oferecem uma visão crítica sobre as contradições enfrentadas por esses governos. A reflexão final sugere que a única alternativa civilizatória para a América Latina reside em um socialismo humanista, que priorize a igualdade e a participação popular, desafiando as estruturas de poder existentes.
