SINOPSE
Um grão-vizir persa transportava sua biblioteca em quatrocentos camelos, organizados em ordem alfabética. Em Veneza, uma profissional da poesia sempre tinha um livrete de Petrarca à mão, enquanto em Cuba, operários de fábricas de charuto pagavam um leitor para entretê-los durante o trabalho. A censura de Pinochet baniu um clássico da literatura, percebendo nele uma ameaça à autoridade.
Experiências de leitores ao longo da história são reunidas, celebrando a leitura como uma arte essencial e atemporal. Uma nova introdução enriquece esta edição, destacando a relevância do tema.
