SINOPSE
Um satélite artificial desafia as hipocrisias de um tempo distópico, trazendo à tona questões urgentes e inquietantes. Entre reflexões sobre a pandemia, a fome e a manipulação midiática, a obra provoca uma análise crítica da sociedade contemporânea, revelando a complexidade de um cenário repleto de contradições.
Com uma linguagem poética e incisiva, o texto convida os leitores a mergulharem em um coquetel de reflexões, onde a arte e a realidade se entrelaçam. A busca por mais significados se torna irresistível, e a necessidade de novas doses de poesia se faz presente.