SINOPSE
Reflexões ético-filosóficas sobre a morte digna ganham destaque em um contexto onde a condição de falecimento no Brasil é frequentemente marcada pela indignidade. A análise aborda a eutanásia e a morte assistida, fundamentando-se em princípios da filosofia, bioética e direitos constitucionais, que sustentam o direito à dignidade humana e à autodeterminação. Questões sobre a validade dessas práticas são exploradas, levando em conta os avanços médicos e científicos que prolongam o sofrimento dos pacientes.
O estudo propõe uma avaliação crítica sobre a necessidade de um marco legal que reconheça a eutanásia e o suicídio assistido, considerando as legislações internacionais. A valorização da dignidade humana emerge como um princípio central, instigando um debate essencial sobre os direitos fundamentais em um cenário contemporâneo em constante evolução.
