SINOPSE
Nas sutilezas do cotidiano, Maria Ângela descobre a beleza nas pequenas coisas que muitos ignoram. Aprecia a serenidade das borboletas que descansam nas folhas e aceita a demora dos pirilampos ao anoitecer, encontrando inspiração para seus poemas. Sua leitura de Manuel de Barros a transporta para um universo onde o insignificante ganha vida e significado.
Com uma imaginação fértil, ela cria narrativas sobre rios que se tingem de amarelo, revelando um mundo repleto de encantos e reflexões. Cada verso é uma celebração da simplicidade e da profundidade da existência.