SINOPSE
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Uma nova perspectiva sobre a produção de borracha na Amazônia brasileira é apresentada, analisando a companhia de borracha e suas implicações para a mão de obra livre. O estudo investiga a organização administrativa, as relações de trabalho e a tecnologia, revelando como a lógica capitalista moldou a dinâmica da empresa, desde a seleção até a saída dos trabalhadores.
O contexto histórico específico permitiu que a racionalidade capitalista se adaptasse às particularidades da região. O conflito entre a resistência dos seringalistas e a promoção da tecnologia moderna britânica é explorado, destacando a importância da preservação da floresta em meio a debates ecológicos contemporâneos.
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