SINOPSE
Uma pergunta inquietante permeia a vida de Vitangelo Moscarda: quem sou eu para os outros? Essa indagação o leva a uma jornada de autodescoberta que desafia suas percepções. A partir de uma simples observação sobre seu nariz, ele percebe que a identidade é multifacetada e construída pelo olhar alheio, revelando a fragilidade do “eu” coerente e unitário.
Conforme Moscarda se depara com suas diversas versões, a busca por uma verdade única se torna insustentável. A obra provoca reflexões profundas sobre a identidade e a solidão, questionando o que realmente significa ser alguém em um mundo repleto de expectativas e julgamentos.