SINOPSE
Reflexões sobre a transformação de um hospital psiquiátrico em uma cidade do interior nordestino revelam um processo de intervenção federal ocorrido em 2005. A narrativa explora as dinâmicas e desafios enfrentados por essa instituição, que simboliza a aridez do abandono e a busca por liberdade.
Questões sobre o papel do manicômio na sociedade contemporânea são discutidas, trazendo à tona a complexidade do cuidado psiquiátrico e as mudanças necessárias para uma abordagem mais humanizada e inclusiva. A obra convida à reflexão sobre saúde mental e suas implicações sociais.
