SINOPSE
Frei Tito enfrentou a repressão da ditadura civil-militar no Brasil, lutando até sua morte em 1974, na França. Embora oficialmente sua morte tenha sido classificada como suicídio, muitas dúvidas cercam as circunstâncias. Em 1968, foi preso por sua participação no Congresso da UNE e, a partir de então, tornou-se alvo do governo militar, enfrentando torturas durante a “Operação Bandeirantes” antes de fugir do país.
Apesar de sua coragem, a Igreja Católica em Roma negou-lhe apoio, rotulando-o como um “frade terrorista”. A trajetória de Tito revela os desafios e dilemas enfrentados por aqueles que se opuseram à opressão.




