SINOPSE
Reflexões sobre a trajetória de Mário de Andrade entre a Semana de 22 e o Carnaval Carioca revelam a complexidade de sua relação com a verdade e a coragem de expressá-la. A análise das suas contribuições à literatura e à modernização do discurso literário questiona a ruptura entre sua voz poética e teórica, explorando a dinâmica entre condutas cotidianas e preceitos morais, à luz das ideias de Foucault.
A livre expressão poética de Andrade reflete seu modo de lidar com prazeres estéticos, amorosos e sexuais, contrastando com os programas de comportamento da época. Essa tensão entre códigos e subjetividades destaca a determinação ética e a relação do indivíduo com as regras sociais que o cercam.
