SINOPSE
A expansão do estatismo no Brasil revela um pacto social que abriga antigos líderes da oligarquia política, favorecidos por novas dinâmicas econômicas. Esse cenário propicia o crescimento de um fascismo benevolente, cujas raízes vão além da política, mostrando como uma sociedade dependente do Estado pode aceitar essa condição para preservar seus privilégios.
A discussão sobre a transição desse fascismo para o totalitarismo é central, assim como a proposta de uma reforma política que poderia transformar o quadro institucional do país, fundamentando-se em premissas corretivas do sistema vigente.
