SINOPSE
Uma travessia pela intimidade de um ser que aprende a existir em meio às próprias inquietações revela uma jornada emocional que transforma dias comuns em testemunhos viscerais. Cada poema apresenta um recorte de um eu atravessado por fé, dúvida, silêncio, medo e reconstrução, sem buscar respostas prontas.
O processo de sentir sem anestesia é explorado, confrontando o vazio e encontrando, na vulnerabilidade, uma forma de resistência. Mais do que uma coletânea, trata-se de um diário fragmentado de quem ousou viver cada dia como ele é: imperfeito, intenso e absolutamente humano.